Manuel Fazenda Lourenço
das fogueiras acesas
sobre a areia húmida
na hora em que a febre e o sal
alucinam o vento.
Cobre-me de linho antigo
se o o ímpeto do sol incide sobre o mar.
Envolvente será a espuma das ondas
aberta ao fascínio da inocência
desoladamente perdida.
Graça Pires
De Talvez haja amoras maduras à entrada da noite, 2025, p. 8

Foto e poesia marvilhosas!
ResponderEliminarLinda semana,beijos, tudo de bom,chica
This is wonderful. Absolutely stunning.
ResponderEliminarrsrue.blogspot.com
Que lindo poema, querida Graça, e a imagem também gostei muito,
ResponderEliminarapesar de achar o mar lindo, o respeito muito!! rsss
Uma linda semana, Graça!
Beijinho.
Amiga Graça, boa tarde de Paz!
ResponderEliminarHá muito que a inocência foi perdida, mas temos a esperança do retorno, com otimismo.
Tenha.uma nova semana abençoada!
Beijinhos fraternos
Muito belo!
ResponderEliminarTransportei-me a um tempo inocente de mar e sol, que não se recupera jamais.
Beijinhos e boa semana!
Lindo poema que vem acompanhado de uma foto ilustrativa que conduz o pensamento, abraços! www.ananicolau.adv.br
ResponderEliminarQuerida Graça.
ResponderEliminarLindos mais esses versos
seus. Transmite leveza
e calma.
Obrigada por mais esse
presente.
Obs: Lá no Espelhando,
na publicação de hoje
fiz uma arte com sua imagem
e frase. Quando puder passa
lá e se não apreciar me diz que
retiro. E se quiser a imagem
pode levar é sua. https://reflexosespelhandoespalhandoamigos.blogspot.com/2026/01/serie-passando-limpo-fases-2026-com_0133950086.html
Se
autorizar vou publica-la
no meu Blog de frases,
mas só se Vc ser Ok.
O Blog de frase é esse
https://frasesemreflexos.blogspot.com/
Bjins
CatiahôAlc.
Boa tarde Amiga Graça
ResponderEliminarUm poema de forte carga sensorial, onde o fogo, o sal e o mar se entrelaçam numa linguagem imagética e quase ritual.
A brevidade dos versos intensifica a atmosfera febril e marítima, conduzindo-nos a uma inocência evocada com beleza e melancolia.
Há neste texto uma suavidade antiga, como um linho que cobre a memória e a perda.
A foto está muito bem para o poema.
Boa semana com saúde e paz.
Deixo um beijo
:)
Belo poema e bela foto, minha Amiga!
ResponderEliminarBeijinho e excelente semana :)
Belíssimo poema, amiga Graça.
ResponderEliminarA inocência se perde rapidamente. Neste universo infestado de laivos de malvadez.
Gostei bastante estimada amiga.
Beijinhos e boa semana, com tudo de bom.
Mário Margaride
http://poesiaaquiesta.blogspot.com
https://soltaastuaspalavras.blogspot.com
Boa noite amiga Graça. Obrigado pela linda poesia. A foto do mar, impossível não lembrar do litoral brasileiro, que já tive a oportunidade de conhecer, em quatro estados diferentes.
ResponderEliminarEm frente ao Mar e ao Sol, tudo se torna leve...apesar da angústia e da dor...
ResponderEliminarLindo...
Beijos e abraços
Marta
Un lujo siempre leerla, amiga Graça.
ResponderEliminarAbrazo até vocé, Poeta!!
Che bella danza in riva al mare questa poesia. Danziamo i momenti che passano, danziamo per goderceli a pieno.
ResponderEliminarBuona settimana, amica mia Poetisa.
Che sia piena di musica e di danze.
Um beijo
Encantam-me os seus poemas. A espuma das ondas...neste inverno da dita desdita, quem me dera a espuma das ondas. Com ou sem inocência, só de vê-la seríamos outras:).
ResponderEliminarBoa noite, Graça
A beleza
ResponderEliminarde teu poema
transporta-me a um patamar
a que não consigo chegar
Talvez por não ter a memória do meu tempo de inocência
Ou talvez porque ainda viva nele
Beijo de fã
A nossa inocência, tempo tão cheio de beleza de sentimentos, tem o seu fim. Nada a fazer.
ResponderEliminarBoa semana.
Um abraço.
Profundo y bello poema. Te mando un beso.
ResponderEliminarBoa noite Graça,
ResponderEliminarUm poema muito belo em que as metáforas o transformam num sublime momento poético.
Obrigada, minha amiga e Enorme Poeta.
Beijinhos e dias abençoados.
Emilia
Adorei o poema, fascinado com a tua sensibilidade, evocação de um tempo de inocência que, na verdade, se mantém vivo dentro de nós.
ResponderEliminarBeijinhos
Uma envolvência luminosa em todo o teu poema onde o “ linho antigo” nos transporta aos recônditos da memória feita de tantos sabores e estados de alma !
ResponderEliminarQue o fascínio das ondas sejam agora a seda que nos protege .
Parabéns, Graça, querida Poeta !
Bom dia, Graça
ResponderEliminarLindo poema, o mar é magnífico. Um forte abraço.
É o mar, sempre evocando sublimes sensações e lembranças.
ResponderEliminarAbraço de amizade.
Que el sigan el sol y el mar regalando belleza.
ResponderEliminarBuena semana Graça.
Un abrazo.
Querida Graça,
ResponderEliminarseu poema é feito de bruma, sal e memória… As imagens dançam entre o ardor e a suavidade, criando um cenário onde o tempo parece suspenso. Há uma melancolia bonita, quase sagrada, que envolve quem lê e convida ao recolhimento interior. Sua escrita toca como maré mansa: chega devagar, mas deixa marcas profundas. Belíssimo.
Beijo querida
Fernanda
Bela foto!
ResponderEliminarLindo texto poético!
👏😘
A natureza é sempre um mar de inspirações, na inquietação da nossa vência.
ResponderEliminarAbraço de amizade.
Juvenal Nunes