Talvez não seja inútil
colher, ao fim da tarde,
os miosótis plantados
nos teus pulsos: tão hábeis
os teus dedos manejando afagos.
Graça Pires
De Conjugar afectos, 1997
colher, ao fim da tarde,
os miosótis plantados
nos teus pulsos: tão hábeis
os teus dedos manejando afagos.
Graça Pires
De Conjugar afectos, 1997
uma maneira sublime de se escrever:
ResponderEliminarternura
gostei muito G.
um beij
a mim parece-me a mais útil e bela das tarefas :) um beijinho, querida graça*
ResponderEliminarLindíssimo, Graça. Uma ternura.
ResponderEliminarBeijos.
Gostei muito. Um abraço.
ResponderEliminarQue doçura de afagos. Beijinho, Graça.
ResponderEliminarafago o fogo desta chama
ResponderEliminaresqueço o Mundo
a poesia é de quem AMA
teu poema é sensual e profundo
beijos!!
Das ternuras...
ResponderEliminarLindo!
Beijos,
Minha querida
ResponderEliminarQuanta ternura neste poema...tanto que as mãos falam...Lindo.
Beijinho com carinho
Sonhadora
Ai, como eu aprecio poemas assim curtos e dizendo tudo !
ResponderEliminarUm abraço.
E as certeiras palavras
ResponderEliminar___________________________
ResponderEliminarMuito bonito o seu poema, Graça!
Beijos de luz...
_______________________________
assim se conjugam afectos...
ResponderEliminarcom afagos.
beijinho Graça
Belíssima forma de escrever azul suave e doce como os miosótis que tanto adoro.
ResponderEliminarbeijinho
Cara Poetisa Graça;
ResponderEliminarLINDO poema; a sensibilidade das flores misturam-se com a sensibilidade de quem ama, com o desejo centrado na obtenção de afagos.
Gostei imenso.
Um beijo.
Porque um abraço sentido e carinhoso é o que faz falta....
ResponderEliminarObrigada pela visita...
Beijos e abraços
Marta
tão hábil
ResponderEliminara linha plantada de um pulsar!
um beijo, Graça
manuela
Carinhos em pétalas... =)
ResponderEliminarLindo e delicado poema!
Beijo.
Porque o carinho também se escreve...
ResponderEliminarConfesso que me arrepiou a imagem dos "pulsos"!... E a cor dos misótis, completou a imagem desse arrepio!... Estranho!... Como se o culto da "morte" germinasse num delicado carinho fúnebre!... Arrepiante, esta minha interpretação, mas não me sai da cabeça essa imagem inquietante dos "misótis plantados nos pulsos"...
ResponderEliminarAbraço
Abraço
A futura revista "Intervenção" é o reflexo do pensamento de seis jovens indignados com o panorama da sociedade.
ResponderEliminarA revista parte de uma iniciativa que tem por objectivo uma crítica àquilo que vemos mas que nos passa completamente despercebido.
Desta revista surge um blogue "Realidade Paradoxal" : realparadoxal.blogspot.com
Gostaríamos que comentasse o nosso blogue e se acha que o nosso projecto é de facto interessante, que o divulgasse.
Desde já um muito obrigado
adoro miosótis...mãos delicadas essas....lindo poemeto.
ResponderEliminarAfagos azuis
ResponderEliminarsão cada letra do teu poema
lindo como o céu
e perfumado como as flores.
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Um beijo, amiga.
completamente em silêncio
ResponderEliminardeixas que os teus dedos desenhem um arco sobre os meus olhos
repetes
repetes-te
como se o teu olhar fosse o afago e os teus dedos apenas me dissessem o quanto me amas.
um beijo, azul
Tão hábeis dedos...para escrever versos.
ResponderEliminargostei.
ResponderEliminarA simplicidade e a ternura no seu clímax!
Felizes aqueles que têm o privilégio de ter amigos assim.
ResponderEliminarBem-hajas!
Beijinhos
O amor
ResponderEliminarfaz "milagres" nos teus poemas
Bj
Felizes pétalas que se deliciam entre afagos... benditos dedos que ousam tais prodigios!
ResponderEliminarBeijos...
AL
Encantadores os miosótis. Transcendente a forma de os colocares no centro do poema, magnífico esse!
ResponderEliminarBeijos, querida Amiga.
Como é bom este carinho de plantas. Uma forma de mimos que enaltece o coração!
ResponderEliminarMiosótis perfeitos, como os sonhos de Amor...
ResponderEliminarLindo!!!
Beijo.
a flor da pele. na polpa dos dedos...
ResponderEliminarbelíssimo.
beijo
Poema de afagos doces e sensuais em mãos hábeis de amor.
ResponderEliminarMuito belo.
Bjito e bom dim de semana
Viva!
ResponderEliminarQue dizer de um poema assim?! Sublime, sensível, toca-nos na alma de forma leve e tranquila.
Um Beijo.
Quando a ternura se solta...
ResponderEliminarMaravilhoso, Graça!
Beijo :)
... como gosto de miosotis!
ResponderEliminarAqueles de que falas são ainda mais azuis e sublimes.
Parabéns, como sempre.
Bjs.
M.M.
Penso k nada é inutil quando se faz de coração...
ResponderEliminarBeijinho de lua*.*
Lindinho querida.
ResponderEliminarGraça tens o meu coração no meu blogue de Noite de Tormentas acompanhado de um lindo poema teu.
Beijinhos
Flor
brisa suave em alegoria poética. terno poema.
ResponderEliminarBeijinho,
Véu de Maya
Eu adoro Conjugar Afectos!
ResponderEliminarEsse poema tem uma ternura metafórica, uma delicadeza perfumada.
beijos, minha querida!
fiquei muito feliz com teu e-mail.
"os miosótis plantados
ResponderEliminarnos teus pulsos"
:)
Esta simplicidade, esta metáfora tão delicada, esta percepção, tudo faz deste poema uma maravilha com tua doce palavra, Graça. Adorei o poema, um beijo também, minha amiga.
ResponderEliminarQUE DELLICADEZ!
ResponderEliminaro amor na ponta dos dedos. em azul
ResponderEliminarbelo
Nunca é inútil... acho eu...
ResponderEliminarPequenino, mas um magnífico poema.
Encantas-me, sempre, minha amiga.
Beijo grande.
Nada que seja feito com amor é inútil.
ResponderEliminarBj
José
Mais uma vez a precisão das palavras a sublimar um momento...
ResponderEliminarBeijinhos, Graça
A arte inútil,
ResponderEliminarmas razão de ser
da criação.
Beijos.
Ao fim da tarde, que parte para dar lugar à noite, é o melhor momento para colher miosótis. O amor continua no ar. Adorei, Graça.
ResponderEliminarMuito, muito bonito! romântico, como eu gosto.
ResponderEliminarParabéns (sempre) e obrigada.
inútil dizer:
ResponderEliminaros teus dedos plantam
pétalas de luz sobre as palavras.
a clarividência que nos atinge a alma.
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beijos querida Graça
Lindos os seus versos!
ResponderEliminarProcurei "seguidores", mas não encontrei...e não a queria perder!
Maria Luísa