5.4.08

Alentejo

Manuel Fazenda Lourenço

Quando as estevas entraram no poema,
souberam, os nossos filhos, que a brancura
das casas se mantém, eternamente, no olhar
de quem se comove com a luz de cada madrugada.


Graça Pires
De Quando as estevas entraram no poema, 2005

34 comentários:

isabel mendes ferreira disse...

e entre as estevas (os teus belos textos) vou "alentejando-me"...

espraio-me ao sol.

comovidamente branca.

cheia da purazade uma escrita depurada.



PS. e eu é que agradeço. Graça.

Anónimo disse...

Que saudades que tenho das estevas...

Beijos.

Teresa P.

AJUDA PORTUGAL disse...

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Passa por lá, leia, já vamos no capitulo 7 se quiser daremos muito mais informações.

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Precisamos de ajuda na divulgação, só assim teremos um final feliz...

Pena disse...

Sensacional e brilhante amiga:
O olhar que se comove com a luz de cada madrugada é alucinante de imensa beleza e encanto.
Tem uma expressividade linda e extraordinária que sensibiliza e cativa com maravilha de quem a lê.
Tanto ternura e deslumbre num Alentejo que parece falar e agradecer-lhe com delícia pela maneira doce como se lhe dirige.
Os filhos do Alentejo compreenderão a sua imensa ternura e carinho que deposita neles.
Admirável poema de estarrecer.
Escreve com uma capacidade poética enorme. Parabéns sinceros.
Bj de amizade e estima.
Sempre a lê-la com fascínio

pena

CNS disse...

Semicerro os olhos perante a luz do teu poema.Belo.

hfm disse...

Da verdadeira simplicidade, a única que interessa.

Marinha de Allegue disse...

Fermosa a luz de madrugada tan fermosa coma as túas palabras...

Unha aperta madrugadora.
:)

São disse...

O Alentejo é a minha morada de sempre!
FEliz semana, Graça.

© Piedade Araújo Sol disse...

Poemas curtos, sempre belos.

Também me lembrei do Alentejo.

beij

lena disse...

os seus poemas têm tanta beleza queria poeta

senti a saudade das estevas, levo-as presas nos meus olhos

a luz da madrugada é deslumbrante!

aqui vivo e respiro poesia


um abraço terno

beijinhos

lena

Luis Eme disse...

eternamente limpidas e claras...

como o céu, tantas vezes azul...

abraço Graça

herético disse...

são belas as flores. na sua brancura. que amaciam o odor acre. como se a terra se abrisse em húmus. e a cal desenhasse o rubor das madrugadas...

gostei muito.

Benó disse...

As estevas com a sua brancura dão colorido às charnecas tal como pingos de cal na terra seca e gretada.
Gostaria que visitasse o "piteiras e cactos" o meu outro blog, onde fslo exactamente sobre esta planta.
Um grande abraço e boa semana.
Seja Feliz!

maria m. disse...

imagem lindíssima!

Marta Ribeiro disse...

*´¨)
¸.•´¸.•*´¨) ¸.•*¨)
(¸.•` (¸.•` ¤ * Passo para desejar um óptimo inicio de semana...beijinho*.•´¸.•*´¨) ¸.•*

Teresa Durães disse...

pela simplicidade escreve.se a vida

Texto-Al disse...

sublime;)

Pena disse...

Linda Amiga:
A alvadez das lindas casas do Alentejo fascina-me. Sempre me fascinou quando lá ia. Pessoas singelas, doces e maravilhosas decoram-nas com carinho.
Excelente, adoro o Alentejo pela beleza e doçura que jorram dele. É como se conversasse connosco.
Tudo branquinho como a neve.
Tão lindo.
Beijinho amigo de respeito

pena

Menina Marota disse...

Minha querida Graça Pires...

Ao entrar aqui, por momentos recordei, a primeira vez que descobri este blogue. Não era uma desconhecida para mim, os seus livros em minha casa comprovam-no, pelo que ao deparar-me com o seu blogue pessoal rejubilei de alegria e tantas vezes vim lê-la no silêncio da noite ou nas tardes em que permanecia sozinha, entregue aos meus pensamentos.

Nesta ausência o que me tem custado é não ter vindo lê-la tal como gosto mas, “no olhar de quem se comove com a luz de cada madrugada” está toda a essência da palavra, que aqui nos oferece em toda a sua plenitude…

Grata pela partilha e por este e outros momentos.

Um abraço carinhoso,

Só- Poesias e outros itens disse...

Graça Pires:
sempre bom andar por aqui e conhecer coisas boas, novos autores, novos poemas.

bjs.

JU Gioli

inominável disse...

eu sou de coisas pequenas, Graça... os pequenos prazeres que condensam...

e estas estevas que até à distância cheiram...

alice disse...

muito bonito, graça. um beijinho.

Vieira Calado disse...

Muito bem:
o poema e a imagem das estevas em flor.

Cumprimentos

Victor Oliveira Mateus disse...

Finalmente consegui entrar... e entrei no momento oportuno: entrei no exacto momento em que as estevas entravam no poema e quando a luz da madrugada entrava na comoção (e fascínio)de se estar vivo.
Sim, entrei no momento certo para te dar um abraço muito apertado...V.

Maria Clarinda disse...

lINDO...LINDO . nÃO ME CANSO DE OLHAR A IMAGEM E LER AS PALAVRAS.
jINHOS MIL

Monte Cristo disse...

Finalmente um minuto para visitar a tua torre de marfim onde NÃO te isolas. Ainda bem. Assim, consigo ler-te, o que é sempre um momento de serena meditação sobre o lado belo (generoso) da vida.

As saudades também são assim...

adam brown disse...

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Sophiamar disse...

Um poema com as estevas que dão cor à minha serra.

Bem hajas!

Beijinhossss

Graça Pires disse...

Obrigada por gostarem das estevas e por mo dizerem deste jeito bonito. Um beijo.

TINTA PERMANENTE disse...

Umas palavras belas para uma simplicidade radiosa e perfumada que a Natureza faz dádiva!...
Gostei!

abraços!

isabel mendes ferreira disse...

beijo. na planura de uma re.leitura.


solar.


intensa. como o que escreve(s).



beijoooooooooooo.

Elizabeth F. de Oliveira disse...

Graça, o meu olhar se comove com o brilho semântico das tuas palavras.
Grande abraço.

nana disse...

é como se me cantasse dentro, a sua poesia, graça....

em voz de sentir.

nana disse...

(um beijinho saudoso à ana)