15.7.11

A cor cinza

    De A Incidência da luz, 2011

44 comentários:

Laura Ferreira disse...

Tão bonito, Graça.
Gosto imenso de te ler.
Um beijo.

Braulio Pereira disse...

olä querida amiga

estou de volta

saudades tive e muitas de ti..


aqui estamos neste mar da vida


beijos!!

jorge vicente disse...

da vida que o humano liberta
do poema que em ti é

Palavra e Espanto.

Adriana Karnal disse...

A ferrugem é a dobradura do tempo no rosto...chao cheio de poesia isso, Graça...lindo

Diamante Negro disse...

Muito bonito,

Sem duvida um excelente retrato da mudança dos tempos e das vontades.

Beijo

Anónimo disse...

gosto muito de passar por aqui e matar saudades, graça :) espero-a bem! um grande beijinho*

alice

Lara Amaral disse...

Um filme passa em minha cabeça, de rostos cansados, de objetos de afazeres como enfado.

Excelente, poetisa.
Beijo.

Pena disse...

Brilhante Poetiza Amiga:
Simplesmente, sublime e fabuloso.
Retracta com beleza imensa a azáfama do trabalho campestre com encanto.
Abraço amigo de respeito imenso pelo seu poder de fascinar com versos majistrais e fantásticos.

pena

Adorei. Mágico poema.
Bem-Haja, pela amizade, notável amiga.
É "enorme" na poesia que concebe.

viernes disse...

descrever uma paisagem é também fazer uma cartógrafia,
belo é fazê-la de palavras..

um beijo!

Mar Arável disse...

é sempre bom ter uma janela aberta

Os pássaros ainda voam

Bjs

Marta disse...

Escrevo o que a alma lembra...
Se com saudade....
Na cor cinza da noite de tempestade....
Lindo...
Obrigada pela visita
Beijos e abraços
Marta

henriquedoria disse...

Elas, vocês, as mulheres são o coração do mundo.
É lindo o seu poema.
Beijos

as-nunes disse...

E como em certas parcelas do Alentejo se sente esse abandono, o que já foram locais com vida (difícil, de simples sobrevivência, embora, mas vida...) são agora "montes", alguns amontoados de pedra e barro...

Junto ao litoral, povoações, com casas pintadas com aquelas cores vivas que só o Alentejo é capaz de proporcionar!

Poesia cheia de emoção...

Baijo
António

Sonhadora disse...

Minha querida

Como sempre um encontro com a poesia. adorei.
Voltando devagar, mas feliz por poder estar aqui.

Deixo um beijinho com carinho
Sonhadora

~*Rebeca e Jota Cê*~ disse...

Como retardar a chegada de cinzas indesejados!

JC

Luis Eme disse...

tantas recordações, tantas memórias de mulheres.

beijinho Graça

AFRICA EM POESIA disse...

Graça
O tudo e o nada
são apenas ...VIDA


Lindo o teu poema...fiquei por aqui a saboreá-lo
Um beijinho para ti...


beijos

manuela baptista disse...

o zinco e o alguidar a lenha e o fogão

o fermento permanece
amarras do tempo


o seu poema, Graça

desamarra
a fragilidade de muitos pulsos

um beijo

manuela

Álvaro Lins disse...

Revi pedaços de uma infância!
Parabéns.
Abraço

Desnuda disse...

Querida Graça,

Um belo poema com observações sensíveis e profundas no feminino, do tempo e da vida.


Beijos com carinho.

Teresa Durães disse...

muito disto se fazia com a minha avó até ela morrer

© Piedade Araújo Sol disse...

memórias que o tempo não apaga.

um poema que se consegue "ver" ler a côr cinza.

muito bom!

beij

carlos pereira disse...

Minha cara amiga POETISA Graça;
Que belo poema/homenagem à Mulher/Povo.
Gostei imenso.
Um beijo.

d'Angelo disse...

"...cozinhavam as refeições e os devaneios" - o gris não impede a luz que rege as suas mãos de construir mais uma bela página.

Pastelaria disse...

Olá Graça

Antes de mais , parabéns pelo Blogue...! Gostei do que vi

Gostaríamos muito que desse uma vista de olhos no projecto DVB, de saber a sua opinião, e qual o interesse em desenvolver o seu trabalho neste novo formato.

\"Transformamos\" os seus trabalhos (já editados em livro, ou não ...), num DVB- Digital Video Book, uma ideia original da Pastelaria Studios Productions

O projecto é recente, é uma inovação, tal como explicamos no nosso blogue:

http://pastelariaestudios.blogspot.com/

É exactamente isso, os seus poemas seriam "transformados" num DVB . Um livro que se vê como um filme ( com menu , extras, biografia, capítulos, etc... )

Não somos uma editora e prestamos essencialmente um serviço criativo.

A minha sugestão seria, enviar-nos os seus \"registos\", e nós faremos um orçamento.

Posso adiantar que, por ser um projecto novo e, embora o trabalho criativo (audio, voz, imagem, construção do DVB, etc) seja bastante, queremos chegar ao maior número de autores de obras escritas, mesmo que essas estejam (ainda...) na gaveta .

Realizamos e produzimos, também , Audio Books

Fico a aguardar uma resposta e, qualquer dúvida… estamos por aqui.

A sua opinião é muito importante para nós, pois só assim conseguiremos crescer e melhorar sempre ! e.... porque não, arriscar ?!

Sem compromisso, escolha um dos seus poemas ou textos … e nós realizamos uma pequena amostra do nosso trabalho, é um presente nosso …para si …. :)

Um grande abraço desde aqui

Teresa Maria Queiroz

pastelariaestudios@gmail.com

tecas disse...

Querida amiga Graça,seu poema é sublime. Retrata com limpidez a vida árdua de quem trabalha ao nascer do sol ao sol pôr.
« do ângulo sombrio das interdições
a amarrar-lhe os pulsos aos múltiplos afazes».
Quanta sensibilidade na sua alma.
Bjito amigo e uma flor.

Licínia Quitério disse...

Ah essas mulheres toldadas de cinzas! Magnífico, Graça! Beijo.

Maria Clarinda disse...

E aqui me tens de novo minha Amiga querida, ler-te, beber as tuas palavras, e foi tão bom!
Um beijo de carinho

Beta disse...

e o cinza pontuando tudo, como a cor de uma dissipação. lindíssimo!

teresa p. disse...

"Do ângulo sombrio das interdições
a amarrar-lhes os pulsos aos múltiplos afazeres"
As agruras da vida de muitas gerações, retratadas com grande sensibilidade e realismo.
Lindíssimo este poema!
Beijo.

Sandrio cândido. disse...

Obrigado sempre pela tua presença em meu cantinho
abraços

Virgínia do Carmo disse...

De tudo isto se faz um poema profundo e imenso.

Um beijinho, Graça

De Amor e de Terra disse...

Apesar das mudanças Graça, ainda há "amarras" e "mordaças" em tanta mulher!
Bjs. Amiga.
M.M.

lupuscanissignatus disse...

mãos

que

irradiam

N. Barcelli disse...

Excelente.
Já não fazes por menos...
Beijo, Graça amiga.

Jaime A. disse...

Um regresso...
Tantas recordações tão bem descritas/vividas.
Um grande abraço.

tb disse...

Tão bela sempre a tua poesia, Graça.
Onde gosto de re.vir sempre.
Beijinhos, amiga.

heretico disse...

que as grilhetas se soltem - da "varinha mágica"!...

beijo

Vieira Calado disse...

Sabe, em certos aspectos, penso,
temos uma poesia que assenta nos mesmos princípios.

Saudações minhas

Sonhadora disse...

Minha querida

Mulheres amordaçadas em corpos de cinzas.
Como sempre belo poema.

Beijinhos com carinho
Sonhadora

carol disse...

Muito, muito bonito!
E o toque feminista do final: muito bom! Mesmo!

Fátima disse...

Às vezes eu não aprecio essas mudanças.
Ainda tenho um lugar para aonde eu regresso.
Lá tem fogão a lenha, panela de barro
E mulheres, duas santas mulheres
De cabelos grisalhos
E manchas na pele, pelo tempo, oxidadas.
Sou apaixonada por esse lugar
De GENTE e comida boa.
Um beijo, minha querida.
Com carinho
Da
Fátima

Jaime A. disse...

Magistral!!
Do "parir" do pão e da comida à vida dos afectos quase negada...

Parapeito disse...

Que bonito...
Tenho para mim que se E.A o pudesse ler ....iria adorar.
um abraço doce Graça e brisas frescas****