Renasço-te em cada aurora,
nas manhãs voláteis carregadas de abrunhos maduros
das árvores perdidas em searas sem dono.
Preciso de ti,
do silêncio dos teus olhos nas manhãs solidárias
cheias de flores por ti amadurecidas.
Teresa Durães
In: Passos sem rasto. Lisboa; Chiado Editora, 2016, p. 33