Oleg Oprisco
Quando os barcos singram lentamente
e as gaivotas descansam nas dunas
vigiando o vento, há um ritual de espera
nos teus braços, ausentes de abraços.
Como se a vida te destinasse,
em cada praia, uma solidão maior.
Graça Pires
De Espaço livre com barcos, 2014, p. 41



























